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Astronomia

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Astrônomos que estudam a existência de vida em outros planetas acreditam que ela ainda não foi detectada por falta de tecnologia adequada. Mas isso não durará muito tempo. O astrônomo-chefe do Instituto de Busca pela Inteligência Extraterrestre (Seti), Seth Shostak, disse que os avanços dos próximos  anos permitirão finalmente o encontro de extraterrestres, "estamos procurando agulhas no palheiro que é a nossa galáxia, mas deve haver milhares de agulhas por aí", acrescentou. O Instituto Seti é uma organização particular e sem fins lucrativos da Califórnia, que monitora desde 1984 sinais de rádio do espaço. A busca até agora tem sido muito lenta, mas em 2005 será inaugurado um telescópio de 26 milhões de dólares que vai permitir examinar os sinais de rádio numa velocidade cem vezes maior. Shostak disse também que a inteligência dos Ets deve ser bem mais avançada que a nossa, "o mais provável de ouvir será algo muito além de nosso nível, que pode já nem ser biológico, mas alguma forma artificial de vida. Não espere um alienígena gosmento do outro lado".

 

  • ::FÍSICOS DIZEM SER POSSÍVEL CRIAR A LUZ LÍQUIDA

Um grupo de cientistas da universidade espanhola de Vergo demonstrou teoricamente a possibilidade de que a luz do laser possa ser apresentada em forma líquida. O responsável pelo projeto, Humberto Michinel, explicou que este novo estado da energia de um laser, até agora inexistente, seria criado através de um processo de diminuição da temperatura similar ao que converte o vapor d’água em água líquida. Michinel informou que o processo de conversão se realizaria através do esfriamento dos fótons da luz do laser até que eles se comportem não como um gás, mas como um líquido. Esta descoberta pode permitir que as gotas resultantes da luz líquida, armazenadas em um recipiente, sejam utilizadas como bits de informação. De acordo com os pesquisadores, seria possível aumentar a capacidade dos processadores de informação e, num futuro próximo, produzir computadores 10 mil vezes mais potentes. Seis físicos trabalham há mais de cinco anos no projeto, publicado na revista Physical Review.

 

A teoria mais aceita para a origem do universo é a do Big Bang, onde cerca deb 15.000.000.000 (15 bilhões) de anos atrás toda a matéria do universo estava concentrada numa única bola (do tamanho de uma bola de ping-pong ou tênis de mesa), a força gravitacional era tanta que a bola explodiu a si mesma originando o universo. Sistemas foram se formando, galáxias, estrelas e tudo mais até ficar como hoje.

Feche os olhos e imagine-se deitado numa relva verde de um campo bem distante da cidade. Imagine ainda que, durante a noite, esteja olhando o céu todo estrelado. Interprete como céu o espaço que tem ao redor da Terra, azul-claro durante o dia, azul-escuro durante a noite. Esse espaço é infinito, ou seja, tem dimensões ainda não determinadas pelo homem.
Como você observa, nesse espaço há um número infindável de corpos brilhantes. Os corpos que existem nesse espaço denominam-se Astros. Alguns desses corpos são luminosos, isto é, possuem luz própria, como as estrelas. Outros, os iluminados, não possuem luz própria, apenas refletem a luz recebida das estrelas, são os planetas, a Terra por exemplo, os satélites, por exemplo a Lua, os cometas e asteróides.
Há, ainda, nesse espaço numerosas partículas de tamanho variado. Ao conjunto desses corpos denomina-se Universo ou cosmos.Astronomia é a ciência que estuda os cosmos, isto é, a natureza, a constituição, a localização e a classificação dos astros.

:: As Estrelas
Nas noite de céu sem nuvens é possível ver numerosos corpos brilhantes no espaço. São, em sua maioria, as estrelas. Trata-se de corpos gasosos que emitem luz própria. Essa forma de energia é liberada graças a reações químicas que se processam no interior delas. Nessas reações, partículas de hidrogênio (H) fundem-se duas a duas, originando as partículas de hélio (He). Dessa fusão libera-se grande parte de energia. H- -H = He + energia.
As estrelas apresentam dimensão, cor, brilho e temperatura diferentes. E sua distância em relação a Terra também é variada. A temperatura da superfície das estrelas é muito elevada. Varia de 3.000°C a 50.000°C Lembre-se de que a temperatura da água fervendo é de aproximadamente 100°C. A cor das estrelas está na dependência de sua temperatura. As estrelas vermelhas são as que tem temperatura mais baixa; as de temperatura mais elevadas são azuis. As estrelas de cor alaranjada tem temperatura intermediária as duas anteriores. A estrela mais próxima da Terra é o Sol. Por isso, sua luz ofusca o brilho das outras estrelas. A temperatura superficial do Sol é cerca de 5.500°C, por isso sua cor é vermelho-alaranjada. A distância do Sol a Terra é de 150.000.000km. A sua luz demora cerca de oito minutos para chegar a Terra.

:: O Sol
A energia proveniente do Sol é a razão da vida na Terra. A luz do Sol é utilizada pelas plantas para realizarem a fotossíntese, o processo que transforma a água e o gás carbônico em açúcar em oxigênio. O açúcar serve de alimento aos seres vivos e o oxigênio é imprescindível para a respiração. Além disso, a luz do Sol é importante para que os animais, pela visão, possam explorar o ambiente, procurando alimentos, abrigo, parceiro para a reprodução, além de trazer o calor e a luz.

:: As constelações
Quando você olha para o céu estrelado, já notou que as estrelas permanecem agrupadas? Notou, ainda que estes agrupamentos parecem formar figuras? Essas figuras assemelham-se a cruzes, balanças, setas, animais, etc, e denominam-se constelações.

:: Galáxias e Nebulosas
A observação do céu durante a noite mostra, em algumas regiões grandes concentrações de estrelas, de gases e poeira. É a esse conjunto que os astrônomos denominam galáxias. Cada galáxia contém de 100.000 a 3.000.000.000 de estrelas. Sua forma pode ser de uma elipse, a de uma espiral ou sem forma definida. O Sol, bem como a Terra, se situam em um dos braços de uma galáxia espiralada que recebeu o nome de Via láctea. Estima-se que no Universo existam bilhões de galáxias. Nebulosas são as concentrações de poeira e gases contidos no interior das galáxias e apresentam-se como extensas nuvens brilhantes. É das nebulosas que se originam as estrelas, como veremos a seguir.

:: Nascimento e Morte das Estrelas
Você sabia que as estrelas "nascem", "vivem" e depois de muito tempo "morrem"? Pois bem, os astrônomos elaboraram uma teoria que tenta explicar como isto acontece. Em certas regiões da nebulosa, massas gasosas sofrem uma condensação, diminuindo de volume, formando uma bola compacta de gás e poeira. Com essa contração há um aumento de temperatura no interior da bola gasosa que, depois, pára de se contrair.
A temperatura aumenta progressivamente, dando possibilidade ao início de reações químicas. Dessas reações libera-se grande quantidade de energia na forma de luz. E assim está formada uma estrela. Com o decorrer do tempo (bilhões de anos) a estrela sofre profundas modificações em suas dimensões, na cor, no brilho e na temperatura. No final de sua existência algumas estrelas podem explodir, lançando seus gases e poeira para o espaço celeste formando as chamadas super novas. A poeira e os gases eliminados formam uma nova nebulosa, que, depois de muito tempo, pode repetir o mesmo processo, originando novas estrelas.

:: O buraco negro
Depois que o combustível de certas estrelas é consumido, sua massa diminui muito e ela sofre uma enorme queda de eficiência. Interpreta-se este fato como o último estágio da evolução dessas estrelas. Forma-se, então, em seu lugar, o que os astrônomos denominam "buraco negro", de pequena dimensão, mas de grande densidade.

:: Os asteróides
Asteróides ou planetóides são corpos celestes menores do que o menor dos planetas, Plutão. São fragmentos de nebulosas, constituídos de rochas, medindo cerca de centenas de metros de extensão. São vistos em movimento contínuo de translação ao redor do Sol entre as órbitas de Marte e Júpiter.

:: Cometas e Meteoróides
Os cometas também se originam de nebulosas, sendo constituídos de um núcleo, gases congelados e poeira, medindo alguns quilômetros de diâmetros. Quando se aproximam do Sol, sua superfície vaporiza-se mostrando uma cabeleira e uma cauda de gás e poeira. São conhecidos atualmente mais de setecentos cometas. Olhando para o céu em noites estreladas, você já deve ter visto um ou mais rastros luminosos. Muita gente diz que se trata de estrelas que mudam de posição e por isso chamam-nas de "estrelas cadentes". Mas os astrônomos têm outra explicação: Dizem que se trata de pequenos fragmentos de asteróides orbitando o espaço, denominados meteoróides. Quando penetram na atmosfera da Terra, esses corpos sofrem atrito, produzindo um rastro de luz chamado meteoro.
Alguns desses corpos suficientemente grandes podem atingir a superfície da Terra, recebendo o nome de meteoritos. Há muito tempo, no século XVII, um meteorito de seis toneladas caiu nas proximidades do riacho de Bendengó, na Bahia.

:: As origens do Universo
Ao longo dos tempos, foram criadas várias explicações para a origem do Universo, da Terra, da vida e dos seres humanos. Sabe-se, atualmente, que as galáxias que formam o Universo estão se afastando umas das outras, como se tivessem sido lançadas em todas as direções a partir de uma grande explosão - normalmente chamada de Big Bang - ocorrida a aproximadamente 15 bilhões de anos.

 Nessa época, toda a matéria do Universo deveria estar junta, mas com a grande explosão ela se espalhou. Em algumas regiões, a matéria, a poeira e o gás se ajuntaram e formaram as galáxias.
Uma delas a Via Láctea, que é aonde se encontra a Terra e os seres vivos.

:: A Lua
Em certas noites, a céu aberto, você poderá facilmente observar a Lua, principalmente quando ela se encontra na fase cheia, totalmente iluminada e brilhante. Como a lua é um astro sem luz própria, sua luminosidade é o reflexo da luz do Sol na Terra. Façamos uma comparação bastante prática. Imagine-se sentado numa poltrona segurando um espelho e, atrás da poltrona, uma vela acesa. Movendo o espelho certamente você encontrará uma posição em que vai aparecer a chama da vela. Nessa posição a luz da chama incidiu no espelho e refletiu em seu rosto. Fazendo uma comparação, você vai admitir que a chama da vela seja o Sol, o espelho a Lua, e o seu rosto a Terra. Mas, nem sempre a Lua se mostra toda iluminada. Isso vai depender da sua posição em relação ao Sol e a Terra. Essa situação veremos mais adiante.
O conhecimento da Lua, a princípio, foi apenas uma observação visual. Somente após a descoberta do telescópio, foi possível a observação da Lua quanto a sua superfície, suas dimensões e seus movimentos. Telescópio é um instrumento óptico que permite aumentar o tamanho da imagem dos corpos celestes. Assim observada, a Lua parece ser pequena, mas na realidade ela é muito grande. Seu diâmetro é cerca de um quarto do diâmetro terrestre e, se fosse possível projetá-la sobre a Terra, ela ocuparia todo o território brasileiro.
A Lua possui 3 movimentos: um de rotação da Lua, um de translação da Lua e um de revolução da Lua. Como a Lua gira ao redor da Terra, é considerada o único satélite natural da Terra. Com dados colhidos das expedições feitas à Lua chegou-se à conclusão que sua temperatura varia de 110°C positivos (ao meio dia) até 130°C abaixo de zero (à meia noite). Isso acontece porque na Lua não existe água nem atmosfera. Trata-se de um astro seco e estéril, isto é sem vida. Sua superfície é poeirenta e construída de rocha sólida. Nessa superfície há planaltos cobertos de crateras (provavelmente produzidas pelo impacto de meteoritos). Notam-se também numerosas planícies de aspecto escuro e simulando "mares". Algumas dessas crateras apresentam montanhas nas bordas.

 :: As fases da Lua
Observando uma noite de luar, você já observou que o aspecto da Lua sofre mudanças com o tempo? Ora a Lua se apresenta totalmente iluminada, ora sem iluminação, e outras vezes parcialmente iluminada. Esses vários aspectos da Lua costumam ser chamados de "fases da Lua".

 Há uma fase em que a parte iluminada da lua está voltada para o Sol, e a parte não iluminada para a Terra. Essa fase é chamada Nova. A medida que se processam os movimentos de translação da Lua ao redor da Terra, o aspecto da Lua vai mudando, pois aparece em sua superfície um filete iluminado que vai aumentando. Essa é a fase do crescente. A parte iluminada da Lua vai aumentando cada vez mais, até que, em relação a Terra, ela fica toda iluminada. Essa fase é a Lua cheia. Como o movimento de translação da Lua ao redor da Terra demora cerca de 28 dias, cada uma das fases da Lua tem a duração de aproximadamente de 7 dias...

Nasa captura grande erupção solar

       Imagens mostram o surgimento de gigantesco plasma incandescente na superfície solar

 

 

 

 

        

 

 

 

 

 

 

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